Fidel de Jesus: A Voz que Celebra Sonhos e Eleva Eventos em Vilankulo CLIQUE AQUI Por: Mateus Luís. Registe- se e ganhe. A paixão por ser mestre de cerimónias nasceu dentro de casa. Fidel de Jesus conta que tudo começou ao acompanhar os passos do seu pai. Ao reconhecer o seu potencial, o progenitor levou-o a conhecer a rádio, onde iniciou a apresentação de um programa infantil. Na altura, tinha apenas nove anos de idade. Em Vilankulo, afirma, não é fácil exercer a função de mestre de cerimónias. Contudo, graças a Deus e ao seu empenho, surgiram oportunidades para demonstrar o seu talento. Para ele, um MC é mais do que um simples apresentador: é um cidadão que celebra e ajuda as pessoas a celebrarem a vida no seu dia a dia. Acrescenta que todo aquele que sonha ou já exerce esta actividade precisa trabalhar arduamente para não se limitar apenas ao mercado local. É necessário ambicionar mais e procurar novos horizontes. Segundo Fidel de Jesus, um bom mestre de cerimónias deve saber posi...
Entrevista com DJ Wilson SAIBA AQUI Por: Mateus Luís. JV: Qual é o seu nome verdadeiro? DJ Wilson: Sou DJ Wilson, ou simplesmente Wilson Pascoal Xavier, natural de Vilankulo. JV: Onde nasceu e quando nasceu? DJ Wilson: Nasci aqui mesmo em Vilankulo. Neste momento não posso dizer a data exacta, mas sou natural desta terra e sinto-me muito feliz por ser filho daqui. GANHE MAIS AQUI JV: Quando é que se apaixonou pela música? DJ Wilson: Apaixonei-me pela música desde criança. Entre 2007 e 2012 fiz parte de um grupo musical chamado Salve Wilson. Esse grupo foi criado pelo meu pai com o objectivo de trazer músicas educativas para a sociedade. Eu participava juntamente com os meus irmãos: um era bailarino e o outro cantava comigo. JV: Em quem se inspirou para entrar no mundo da música? DJ Wilson: Quando uma criança tem paixão por algo, começa a mostrar sinais desde cedo. CLIQUE AQUI Lembro-me de muitas vezes sair de casa para ir a lugares onde pudesse encontrar instrumentos, apenas para ...
Clique aqui Alfândegas garantem que agente que denunciou privilégios com passaportes vermelhos não será punida porque não cometeu nenhum crime. As Alfândegas de Moçambique vieram a público esclarecer a situação envolvendo uma agente alfandegária que expôs alegados benefícios indevidos concedidos a titulares de passaportes diplomáticos, conhecidos como “passaportes vermelhos”. A funcionária questionou o tratamento diferenciado dado a alguns dirigentes, que, segundo a denúncia, estariam a introduzir mercadorias no país sem a correspondente declaração à Autoridade Tributária, escudando-se no estatuto diplomático. Em reação ao caso, o porta-voz das Alfândegas de Moçambique, Felisberto Tinga, assegurou que a agente não será alvo de qualquer medida disciplinar, por não ter incorrido em nenhuma infração. No entanto, frisou que as declarações proferidas não refletem a posição institucional, tratando-se de opiniões de carácter estritamente pessoal. “Foi um pronunciamento de uma funcionária que...
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